Substantivo feminino. Sentimento de cólera ou de desprezo excitado por uma afronta, uma ação vergonhosa.

Sou uma mulher que não escreve para agradar. Escrevo o que considero correto porque ouço gemidos. São os gemidos dos pobres, dos excluídos de toda sorte que ecoam em meio à indiferença e à insensibilidade da sociedade e das autoridades constituídas que têm a responsabilidade de servir ao bem comum.

Léa Miranda Acácio. Muito prazer!

Léa Miranda Acácio. Muito prazer!

Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará- João 8:32


Numa definição ampla, corrupção política significa o uso ilegal – por parte de governantes, funcionários públicos e agentes privados – do poder político e financeiro de organismos ou agências governamentais com o objetivo de transferir renda pública ou privada de maneira criminosa para determinados indivíduos ou grupos de indivíduos ligados por quaisquer laços de interesse comum – como, por exemplo, negócios, localidade de moradia, etnia ou de fé religiosa. Em todas as sociedades humanas existem pessoas que agem segundo as leis e normas reconhecidas como legais do ponto de vista constitucional. No entanto, também existem pessoas que não reconhecem e desrespeitam essas leis e normas para obter benefício pessoal. Essas pessoas são conhecidas sob o nome comum de criminosos. No crime de corrupção política, os criminosos – ao invés de assassinatos, roubos e furtos – utilizam posições de poder estabelecidas no jogo político normal da sociedade para realizar atos ilegais contra a sociedade como um todo.
 O uso de um cargo para estes fins é também conhecido como tráfico de influência. A corrupção ocorre não só através de crimes subsidiários como, por exemplo, os crimes de suborno (para o acesso ilegal ao dinheiro cobrado como impostos, taxas e tributos) e do nepotismo (nomeação de parentes e amigos aos cargos de administração pública). O ato de um político se beneficiar de fundos públicos de uma maneira outra que a não prescrita em lei – isto é, através de seus salários – também é corrupção. A corrupção provoca distorções econômicas no setor público direcionando o investimento de áreas básicas como a educação, saúde e segurança para projetos em áreas em que as propinas e comissões são maiores, como a criação de estradas e usinas hidroelétricas. Por esta razão, a qualidade dos serviços governamentais e da infra estrutura diminui.
 Os agentes que praticam a corrupção são classificados em dois tipos: os agentes de corrupção ativa (agentes que oferecem e/ou dão dinheiro) e os agentes de corrupção passiva (agentes que pedem e/ou recebem dinheiro). A corrupção impede o desenvolvimento econômico da nação ao permitir a extração de renda de setores vulneráveis da população ou de pessoas ou de empresas que conseguiram juntar riqueza patrimonial. A espoliação desta riqueza passa a ser o objetivo dos detentores do poder político.
 Os agentes de corrupção impedem o desenvolvimento econômico criando fortes distorções e deficiências no mercado. Por exemplo, as empresas privadas sofrem com o aumento do custo dos negócios em função da necessidade de realizar pagamentos ilícitos exigidos pelos funcionários corruptos, de ter que aumentar a complexidade do gerenciamento em função da necessidade de negociar com os funcionários corruptos e do risco judicial e à imagem causado por eventual vazamento ou detecção da ilegalidade por funcionários e juízes não corruptos.
 O resultado da corrupção política pode ser desde a apropriação de bens públicos. A apropriação de serviços públicos, a apropriação de dinheiro público, o nepotismo, a cobrança de propinas, a extorsão, a compra e a venda de influência política e a realização de fraudes em licitações públicas. No entanto, além da obtenção de diferenciais competitivos ilegais, um segundo objetivo principal dos agentes ativos e passivos de corrupção política é a facilitação de atividades criminais como o tráfico de drogas, a lavagem de dinheiro e exploração da prostituição. Neste caso, atividades criminosas – como a do contrabando, o do tráfico de armas, o tráfico de seres humanos, o tráfico de órgãos, o tráfico de animais silvestres, o tráfico de influência política – usam a corrupção política como ferramenta criminosa.
Venho aqui fazer um grande apelo ao cidadão de bem desse país, não vamos deixar os políticos corruptos tomarem conta da situação. Vamos colocá-los todos dentro de um grande vaso e dar descarga. Não votem mais em corruptos, vamos juntos construir uma sociedade mais justa e igualitária, onde todos nós seremos os grandes agentes transformadores dessa sociedade.

Alvíçaras...KIT GAY SUSPENSO! MAS NÃO DEU IBOPE!

Leia aqui esta notícia absolutamente singular: A presidente Dilma mandou suspender a distribuição dos diabólicos kits nas escolas.


E veja aqui o que já estava preparado para ser entregue nas mãos de crianças e pré-adolescentes.

Aqui, uma das funestas cartilhas completa.

Putz!

Você que tem todas as condições intelectuais de questionar o óbvio, de construir um raciocínio consistente e firmar uma via própria de pensamento, mas não o faz, é o alienado da história. É assustador diagnosticar a quantidade gigantesca destas pessoas que não têm consciência da importância da individualidade própria e ao mesmo tempo ignoram a existência da de outrem. Estes reprodutores de opinião, tentam, a todo o momento, imputar ao outro o pensamento previamente forçado a eles; e, caso falhem, rotulam o outro de alienado. Estão em um patamar abaixo dos que não têm a capacidade mínima de resistir aos candidatos e seus asseclas com suas imputações rocambolescas de futuro ideal. Estes, não têm culpa alguma de sua alienação são, usando de uma metáfora conveniente, crianças inocentes que aceitam balas de estranhos.
Não se trata aqui, de tentar encontrar um posicionamento político ideal para o país, e sim demonstrar que esse suposto posicionamento ideal é na verdade a média da soma de todos eles. Há de se respeitar os anseios dos outros, justo porque não sabemos qual a dimensão real dos problemas deles. Simplesmente considerar que seu modelo de mundo faz sentido ao seu próximo, mesmo que ele discorde nada mais é do que uma tentativa torpe de aliená-lo.
Não vivemos em uma sociedade livre de preconceitos, muito pelo contrário. Vivemos em uma sociedade onde os vários andares de nossa pirâmide social oprimem os que estão abaixo dele; uma sociedade onde um tipo de crença parece ignorar as outras, e pior, parecem não conceber que a sociedade, na verdade, é laica; uma sociedade onde quem diz ser censurado censura. Existe em nosso meio um repúdio ao outro tão extremado que nem sequer nos lembramos de nos questionar o porquê de repudiarmos. Talvez, se fizéssemos esse exercício simples de reflexão, teríamos a exata noção de quem são os alienantes e os alienados.

PROFESSORA LÚCIA, MUITO PRAZER!


Diante do escrevi sobre o MEC ensinar a falar e escrever errado, a professora Lúcia teceu os seguintes comentários pedindo-me que os mantivesse no BLOG.

 "È uma pena que tal crítica não passe pela análise da ciência linguística, ou... Pelo bom senso. Tal opinião está em voga: alguns limitados professores reiteram tal discurso. e fizeram tão logo ouviram a notícia (minimalista e tendenciosa, nos jornais - TRATA-SE DE UM LIVRO PARA JOVENS E ADULTOS. - Sou prifissional dessa modalidade. Confrontar tal fata é confrontar Paulo Freire e, inclusive, Brechara, que prima pela gramática discursiva: receber um aluno cujo contetxo de convivência social não o rotula como um cidadão portador de deficiências, mas valoriza sua fala, eleva sua auto-estima, É a crença em ser ouvido que nos leva a analisar o meio, o contexto e a nossa necessidade de melhorar - inclusive na fala (esse raciocínio se aplica aos que são massacrados pele selo da marginalidade social. E essa é a proposta de ações que já estão nas salas da EJA há muito... E muito bem sucedidas. Também não examinei o livro, portanto, não farei uma análise da situação como um todo. Mas posso falar, como profissional da modalidade, sim. O livro JAMAIS deveria ter sido analisado por crianças ou pelos professores da escola formal. a Educação de Jovens e Adultos tem suas especificidades como modalidade de ensino. A criança - em formação- é perfeita para absorver o correto, seja no falar de seus familiares, seja no livro; A autora não escreveu para as crianças e nem para a escola tradicional! Não sei se a autora determina APENAS que tal estrutura é correta e terminal. Suponho que não, visto que é professora e sabe do dinamismo do "aprender a falar". - Quero presumir que a partir ddo proposto, criar-se-ão as condições para - uma vez que o aluno não temerá falar ou escrever "errado" e esconder-se do julgamento do professor, do colega, da sociedade... Tenha então condições para progredir. É uma vergonha ver tanta gente - desde os jornalistas até o colega professor e o vizinho que mal terminou o Ensino Médio fazer juízo de algo sobre o que tão pouco se esclareceu... Lamentável. Talvez, se tais pessoas precisassem lidar com os menos privilegiados, para quem o falar é um rótulo de marginalidade, elas entendessem... Repito: não faço juízo do livro. Lamento o tratamento minimalista que recebeu. E sei que cientistas diversos estão debruçados sobre tais questões - e repito; O LIVRO É PARA ADULTOS QUE NÃO TÊM ESTUDO! ESTÁ ESCRITO NA CAPA!!!!! - QUE ELE SEJA AVALIADO NO TODO, E,PRINCIPALMENTE, EMPIRICAMENTE. Respeitaria opiniões (sociais, políticas, apolíticas, leigas...) se partissem de bases sólidas do conhecimento. O contrário. é algo que apenas lastimo. Quisera a mesma ênfase se desse4 ao Novo Código Florestal - tanto pela empresa - por opinadores diversos - quanto pela sociedade. Alí, sim, falando certo ou desviando-se da norma, nosso planeta/país está perdendo feio... E, atenção: copiar umato criminoso é crime (e não erro); copiar o falar do meio social ao qual pertence uma dada pessoa é desvio da norma padrão (e nãio "erro"). Ser cognitivamente competente para analisar um fato, saber falar e não preparar-se para fazê-lo aí, sim, eis o erro.

Aproveito para dizer estar ciente dos desvios de norma que cometi no texto anterior. Ainda assim, no calor da campanha, fico feliz de tê-lo feito e - suponho - fui compreendida. Quanto ao meu querido poeta e conterrãneo: Salve! Um texto que observa a alma humana tardará a morrer. 'O Bicho" mais do que a fome das víceras fala da fome da alma. Prof. Lúcia (O texto é usado em minhas aulas de EJA, bem como Patativa do Assaré e Asceso Ferreira - Seria o caso de aposentar tais desses nomes que imortalizaram o "erro" ???? )É uma reflexão, o que proponho. Não é um desafio. Sinceramente.

APÓS MINHA TERCEIRA LEITURA DO SEU TEXTO, ACRESCENTO EM LETRAS GARRAFAIS, COMO O GRITO QUE GOSTARIA DE EMITIR: O FUTURO DA NAÇÃO NÃO ESTÁ AMEAÇADO. O LIVRO É PARA ADULTOS QUE FORAM PRIVADOS DA ESCOLA, NO PASSADO DA NAÇÃO.
(CONFORME CONSTA DO PROJETO DO MEC E DA INFORMAÇÃO DE CAPA DO MATERIAL) E TAL RECURSO - TRATADO COM DESVIO DE QUALIDADE E DE FORMA DEFICIENTE E INCOMPLETA - SERVE PARA NÃO FAZER SEU USUÁRIO - ELES E NÃO AS CRIANÇAS DA NAÇÃO - SENTIREM-SE COMO "OS CONDENADOS AO SILÊNCIO" ATÉ QUE APRENDAM A FALAR E A ESCREVER COM "PERFEIÇÃO" DIGNA DOS BEM FORMADOS CIDADÃOS.


LAMENTÁVEL QUE TAL PODER DE RETÓRICA TENHA EMERGIDO DA MAIS PURA FALTA DE INFORMAÇÃO... ESPERO AO MENOS A CORAGEM DE MANTER POSTADOS OS MEUS COMENTÁRIOS (DESSA VEZ, COM MELHOR QUALIDADE NO RESPEITO À GRAMÁTICA NORMATIVA, POR TER CONTROLADO A MIINHA IN-DIG-NA-ÇÃO...)


P.S.: PENSEI EM POSTAR O E-MAIL, MAS PREFIRO MANTER CAUTELOSA DISTÃNCIA DE TÃO EFICIENTE JURISPRUDÊNCIA DO ERRO, DO ENGANO E DA ALIENAÇÃO."



LIVRO DO MEC ENSINA A FALAR ERRADO...

Custa-me crer nos absurdos que acontecem no Brasil. Mas, a verdade dos fatos é indiscutível: o MEC adota livro como objetivo de ensinar a falar e a escrever errado.
 Não tenho o menor interesse em discutir conceitos de dialetologia ou de sociolinguística com os autores, pois sei que o projeto não obedece a interesses científicos, mas políticos. Vi, em um telejornal, a Profa. Heloísa Ramos, corajosamente, adequando conceitos e princípios linguísticos para justificar o nefando projeto do MEC, e sua concordância com tão escandaloso equívoco. Não me interessa refutar os argumentos equivocados da Professora, pois ela é só instrumento da política educacional do governo petista e está sendo paga para fazer seu papel.
Deixo que o Prof. Evanildo Bechara dê a lição que a Professora e demais autores não aprenderam na Universidade.
O que me interessa é chamar a atenção para o bem organizado projeto de condenação dos alunos que passam e passarão pelo sistema público de educação. Falando e escrevendo errado o vernáculo, os estudantes de hoje e do futuro não terão oportunidade no mercado de trabalho e nem de crescimento intelectual. Falando e escrevendo “nós pega o peixe”, eles jamais serão engenheiros, médicos, vendedores, advogados, porteiros, enfermeiros, professores, jornalistas, bancários e mais muitas outras profissões e empregos lhes serão impossíveis.
Não tenho notícia de que haja ou tenha havido algum governo de algum país que planejasse e implementasse projeto tão cruel, como se isso pudesse ser apelidado de projeto educacional. O Brasil consegue ser surpreendente e nefasto com um discurso pretensamente politicamente correto.
Com pompa e circunstância, o MEC do governo petista quer assegurar que os futuros cidadãos fiquem privados de empregos, de crescimento intelectual, de relações culturais; no futuro, o MEC deseja que os brasileiros estejam no estado de barbárie linguística e sejam incapazes de entender um edital de concurso, por exemplo; salvo se o edital informar que “os candidato deve apresentarem os seguinte documento”.
Nem Hitler, com sua mente diabólica e homicida, realizou um projeto desse tipo para dominar a juventude nazista, ganhando simpatias e aplausos dos pouco letrados daquela época.
Com pompa e circunstância, em uma palhaçada do politicamente correto, o governo petista organiza um exército de futuros adultos privados de proficiência no vernáculo, cuidadosamente preparado no sistema público de ensino, que servirá aos interesses do estado brasileiro que está sendo forjado desde 2003, em conformidade com as lições Gramsci.
Revolução?! Não! O PT não faz revolução; molda a sociedade que deseja manipular contaminando o sistema público de ensino com sua proposição populista de “respeito” à linguagem popular e familiar e coloquial das camadas menos escolarizadas atualmente. O governo petista, calmamente, pretende criar milhões de brasileiros que, quando chegarem à vida adulta, serão incapazes de ler e entender um jornal, uma revista e, principalmente, um livro de História, escritos em vernáculo. Esses futuros adultos não terão competência para apreciar Machado de Assis, Graciliano Ramos, Drummond, Vinicius, Érico Veríssimo e outros. E os ilustres autores do livro perverso, como bons peões do governo petista, poderão perguntar: “E quem precisa apreciar a Literatura elitista, golpista, burguesa?” – “Por que os adultos do futuro precisarão ler um livro de História, se eles não terão direito a discutir os fatos históricos, pois viverão apenas com as informações divulgadas na forma de “os cidadão deve comparecerem ao comício da liderança nacional, para que todos escute as verdade a serem revelada.”
Bem sei que as boas escolas privadas jamais cairão nessa farsa de ser válido ensinar a falar, a ler e a escrever errado, como princípio pedagógico. Quem puder colocar seus filhos em boas escolas particulares, terá salvo parte dos futuros adultos da barbárie linguística. Então a Literatura elitista, golpista e burguesa de Machado, Graciliano, Drummond, Érico, Cecília Meireles e outros ainda terá alguns leitores. Jornais e revistas elitistas, golpistas, burgueses, que usarem a correção da Língua Portuguesa ainda poderão ser lidos e as notícias serão compreendidas por alguns futuros adultos.
Não resisto e mando um recado para a ilustre Profa. Heloísa Ramos e demais autores: vocês ouviu os galos cantar e não sabe onde está os galo. Vocês nada sabe de níveis de linguagem. Vocês não entende nada da função da escola. Mas, vocês compreende perfeitamente esse meu recado escrito no dialeto do MEC petista, usado no livreco de ocês. Se vocês quiser me responder, por favor, escreva na Língua Portuguesa que seus professor dos tempo antigo e ultrapassado tentaram ensinar a vocês.
Linguagem é poder. A equipe de autores desse maldito livro sabe disso; por isso, aceitou servir de instrumento para o governo petista. Com seu tristemente brilhante trabalho, os ilustres autores tornaram a tarefa do professor de português uma atividade inútil: ninguém precisa ir à escola para aprender a falar e a escrever “a gente fomos, mas o pessoal saíram”.

E NOS MEUS 47 ANOS ...



De ressaca pelas noites não dormidas, pela praia não curtida, pela convivência com filhos relegada, tinha decido desistir da política. Ou, pelo menos, fazer dela apenas um mero assunto para discussões triviais...

Mas parece que o sangue que corre nas veias ainda me mantém uma mulher que hoje faz 47 anos me sentindo convicta e obrigada a não desistir. Seguirei no mundo real, até muito mais do que no mundo virtual, esbravejando contra as agressões à Família (como agora essa história de casamento de iguais),à História da Pátria, às instituições e, principalmente, à Verdade.
Numa boa. Bem que eu desejaria um governo politicamente honesto pelas mãos da primeira mulher mandante. Há milhões de pessoas na fila de uma esperança acalentada nas procelas do sonho ainda sonhado. Há combatentes doutras jornadas jogando todas as suas quimeras nesse porvir.
Quando digo politicamente honesto, falo da conjugação entre discurso e ação, da coerência entre a retórica dos palanques e o exercício real do poder.
Eu bem que queria viver apenas para as flores do meu jardim que começam a florir, para colher frutas na praça perto de minha casa, para ir a igreja...
Mas, pelo visto, pelas cores dos figurinos e dos cenários, não terei direito ao silêncio, às distrações dos cabelos brancos.Terei sim, e assim seja, de manter-me entrincheirada no front dos indomáveis.

Bin Laden morreu ?




O mundo está, de fato, livre de Bin Laden? O homem que desafiou o sistema de defesa da nação mais protegida do mundo e fez piada com o pentágono mais poderoso do "universo"?
Foi morto o terrorista mais procurado do planeta em todos os tempos. Talvez, com a morte mais desejada que a morte do próprio Hitler no auge de sua loucura dominadora. Foi morto de fato, Bin Laden?
Os  Estados Unidos da América sempre primaram em fazer publicidade de todos os seus atos. A mácula do 11 de setembro permanece viva no coração e na mente, não só dos norte americanos, mas, dos habitantes do planeta. Está vivo aquele dia, não somente pelo espetáculo proporcionado pelo ruir das torres, mas, pela forma espetacular que elas foram derrubadas.
O mundo ficou em luto durante muito tempo. O temor de novas agressões fantásticas estacionou em cada cabeça presidental, real, monárquica. Um avião podia a qualquer momento cair sobre qualquer cidade, em qualquer país, em qualquer hemisfério.
Durante dez anos, inexplicavelmente os melhores serviços de inteligência do mundo sucumbia diante da inércia de encontrar Bin Laden, o homem pródigo, o homem prodígio que desafiou a maior nação, até então, da Idade Moderna.
De repente se anuncia: "Morreu Bin Laden. Os americanos mataram Bin Laden!" O homem mais procurado, o homem com diversas sentenças "oficiosas" de morte, está morto e os EEUU lançam o seu corpo no mar, pois, nenhum país quer ter o "privilégio" de enterrar o corpo de quem modificou as estruturas de seguranças das grandes potências. Bin Laden foi sumariamente lançado ao mar, sem nenhuma publicidade, sem nenhuma festa patrocinada pelos heróis americanos? 
Quando alguém importante morre seu corpo é apresentado ao mundo para que o mundo tenha certeza de sua morte. Esperava-se exposição em local público. O corpo atirado nas ruínas, sendo examinado por técnicos e legistas dos serviços secretos de diversos países. Entrevistas, coletivas. O presidente Obama pousando galhardamente diante de sua vitória mais significativa, diante do terror. Como desmerecer, com o lançamento de Bin Laden ao mar, logo após a sua morte, o ato de desbaratamento da célula mais sangrenta da história americana, ato tentado por dois ex-presidentes durante dez anos e ele, o grande artífice da ação, em apenas dois anos realizar o sonho de toda uma nação? E o corpo é lançado ao mar para respeitar preceitos da religião mulçumana!
Será que os Estados Unidos da América estão blefando mais uma vez? E se  estiverem  o que estarão escondendo por trás desta pseudo história?
Bin Laden morreu pelos algozes que um dia foram suas vítimas. Estará morto de fato?