Até o NATAL não irei mais me indignar com nada! Feliz Natal a todos que me prestigiaram. Espero de verdade que eu possa apenas curtir meu filhos,meus amigos e meus cães...Na minha ausência deixo um aviso honesto: Que os vendilhões do templo se arrependam antes que sejam julgados pelo Tribunal de Cristo onde creio que a Sentença seja irrecorrível e irrevogável!
Substantivo feminino. Sentimento de cólera ou de desprezo excitado por uma afronta, uma ação vergonhosa.
Sou uma mulher que não escreve para agradar. Escrevo o que considero correto porque ouço gemidos. São os gemidos dos pobres, dos excluídos de toda sorte que ecoam em meio à indiferença e à insensibilidade da sociedade e das autoridades constituídas que têm a responsabilidade de servir ao bem comum.
Léa Miranda Acácio. Muito prazer!
NOBREZA
"A estirpe não transforma os indivíduos em nobres, mas os indivíduos dão nobreza à estirpe."
País de Analfabetos
Ninguém precisa ficar repetindo que o governo opera num sistema de troca de favores com quem lhe apóia. A política do “É Dando Que Se Recebe” não é exclusiva do PT e nem foi criada por ele. No entanto, nenhum outro governo levou tão às últimas consequências essa prática nefasta quanto o partido da estrela.
Mesmo que isso represente prejudicar a nação, o PT não deixa de retribuir os favores dos que se aliam a ele. Em especial, junto a pessoas ligadas à cultura e a comunicação. Houve de tudo: “jornalista” que ganhou contrato milionário para “fazer nada” na TV Brasil (criada sob medida para isso); artista da Globo que fez discurso “anti-Serra” no twitter (na época das eleições), fingindo estar bêbado ou desorientado, e hoje ganhou carguinho no Ministério da Cultura e é garoto propaganda em comerciais estatais; livro de gente famosa (autor/cantor/compositor/militante que se empenhou muito por Dilma junto a classe artística) que era melhor do que lexotan com leite morno para dar sono e foi derrotado em sua categoria no Prêmio Jabuti (o mais famoso prêmio literário nacional) para, logo depois, ser eleito o “melhor livro” entre todos na mesma premiação; irmã desse mesmo autor/cantor/compositor/militante nomeada ministra da cultura; etc… Todos os acordos e tudo o que se pode imaginar em matéria de “uma mão lava a outra” rolou para garantir a eleição de Dilma a qualquer preço.
A conta, evidentemente, é sempre paga pelo país. E, como sempre, ela é enorme.
Em uma nação onde a população adulta é composta por 74% de analfabetos funcionais (números do próprio MEC) e a cultura das grandes massas está reduzida (para o governo petista) a futebol, samba, funk de periferia, forró e música sertaneja; o Ministério da Cultura passou o primeiro ano da administração Dilma totalmente inoperante e cobriu de vergonha uma nação tão ricamente premiada em matéria de cultura como a nossa.
Recentemente um grupo teatral foi convidado a representar o Brasil em um festival cultural na Europa (Portugal). As despesas de hospedagem, translado e alimentação dos dez integrantes seriam pagas pelo governo português. Ao Brasil, cabia apenas o pagamento das passagens de ida e volta do pessoal.
E aí? Gostou do festival cultural? Ora, você não foi?
Pois é; nem eles…
Isso mesmo. Alegando falta de verbas o MEC negou o empenho dos valores que possibilitariam o Brasil ser representado no importante festival cultural. O grupo teatral foi obrigado a cancelar sua participação “no apagar das luzes” e o Brasil corre o risco de ser descartado das próximas edições do evento.
O mais triste nisso tudo é que, mesmo alegando falta de verbas para divulgar a cultura brasileira em um importante festival internacional, o MEC descobriu (bem lá no fundinho do baú) verbas necessárias para bancar a tradução do livro “Leite Derramado” do nosso autor/cantor/compositor/militante (Chico Buarque) e irmão da ministra. Através de um “apoio” da Biblioteca Nacional (no valor de R$7 mil). Algo completamente ilegal, pois a legislação proíbe veementemente que sejam aplicadas verbas do Tesouro Nacional público em projetos que envolvam parentes de funcionários de ministérios e outros servidores.
Enquanto isso seguimos dando o valor devido a nossa cultura. Enterrando sob um enorme monte de lixo tudo o que não seja produzido pelos amigos, parentes e militantes; preparando as massas para um futuro onde a cultura brasileira seja pasteurizada e reduzida apenas ao que for aprovado pelo Estado ou referendado pela lente de algum burocratazinho recalcado, mas que tenha se empenhado muito na eleição do alcaide salvador da pátria da vez.
ECA
O ECA – Estatuto da Criança e do Adolescente – completou duas décadas de criação há pouco tempo. Amplamente tido como conquista e avanço, esse estatuto é na verdade uma lei perversa que jogou para a criminalidade milhões de crianças brasileiras e faz estragos até hoje em nossa juventude; tornado-se a desculpa preferida para dez entre dez políticos que não desejam fazer nada para mudar esse estado de coisas.
Se você é um dos “profissionais” que acham o estatuto uma “modernidade” e uma conquista, certamente ficou horrorizado com minha definição. Mas, a pergunta que sempre faço (e que ninguém me respondeu até hoje) é: Se o ECA é uma lei “avançada” e solucionadora. Por que nenhum país de Primeiro Mundo (ou mesmo de Terceiro) adotou medida semelhante?
A resposta a isso (e que nenhum “profissional” do meio tem coragem de verbalizar) se vê nas ruas de qualquer cidade brasileira: a criminalidade envolvendo menores, depois do ECA, simplesmente explodiu.
Toda quadrilha “borra botas” tem sempre um “di menor” para servir de “robô” (alguém que leva a culpa pelos crimes cometidos por outros membros) ou utiliza crianças para executar ações de extrema violência, como forma de escapar de penas pesadas caso sejam apanhados. Também vagam pelas ruas, um enorme mar de menores abandonados ou voluntariamente entregues ao léu consumindo drogas, praticando roubos e toda sorte de ilícitos impunemente.
Por trás desse desastre está a inacreditável autonomia decisória que o ECA dá a esses menores e as amarras colocadas no Estado tornando-o incapaz de agir ou reagir aos atos de violência praticados por eles. Pois, mesmo que estejam completamente abandonados e vivendo como animais nas ruas, apenas podem ser socorridos “se quiserem”. Assim, o ECA cria a inacreditável figura do viciado autônomo. Isso mesmo. Imagine chegar para uma criança totalmente destruída pelo vício e completamente fora da realidade e perguntar se ela deseja se tratar.
Outra “figura” criada pelo ECA foi a “besta-fera-pode-tudo”. Verdadeiros psicopatas extremamente violentos que, certos da impunidade total, dão asas as suas fantasias sádicas aterrorizando cidadãos de bem, e as vezes até os bandidos mais velhos, com uma selvageria dificilmente encontrada nos mais calejados facínoras. Matando suas vítimas ao menor sinal de reação (ou mesmo sem ele) ou simplesmente matando porque “não matou ninguém hoje” como diversas vítimas que sobreviveram já relataram. Eu mesmo já assisti a um menor (com aparentemente dez anos) ameaçar uma mulher grávida com uma faca em sua barriga. Aos berros, o “anjinho” dizia rindo que iria “operar a vaca” se ela não lhe desse o celular e a carteira. Rendido e preso por populares, menos de uma semana depois, já vagava pela mesma rua em busca de novas vítimas. Até que “Deus” o chamou para perto dele repentinamente.
Há também o emblemático caso do Brasileirinho. Um menor de treze anos, gerente e matador de uma quadrilha de traficantes de uma favela em São Cristóvão (RJ), temido pelos próprios companheiros de crime; Brasileirinho era conhecido por sua ferocidade, sangue frio e enorme sede de matança. Morreu durante a “Operação Mosaico” ou enfrentar tropas da PM, da Polícia Federal e do Exército armado com uma submetralhadora e várias granadas.
Imagine, ainda que por um milagre, um menor viciado diga sim ao internamento. Nos primeiros sinais da abstinência e na primeira “fissura” (tão conhecida dos viciados) tudo o que ela precisa fazer é sair pela porta da frente do abrigo e entregar-se às drogas e a criminalidade mais uma vez.
E assim, grandes cidades (e agora pequenas também) são assoladas por hordas de menores viciados que são levados a se tornarem criminosos violentos e impunes. Infestando as ruas e levando o inferno para cidadãos de bem e suas próprias famílias. Tudo isso sob o olhar paternalista do Estado que, escudado no ECA, diz nada poder fazer, pois a lei o proíbe de agir com rigor e impor internação, punição e recolhimento aos menores.
Enquanto os “profissionais” da área aplaudem e comemoram o ECA, nossas crianças e nossa juventude apodrecem dizimadas pelas drogas e imersa num pernicioso mar de impunidade que já mostra seus efeitos perversos no aumento drástico da violência nas ruas, nas escolas e nas famílias.
Certamente, muitos desses “profissionais” estariam desempregados ou sem receber verbas federais para seus “projetos” e “ONG’s” se o Estado pudesse (e quisesse) cumprir o seu papel: recolher compulsoriamente esses menores, colocar na cadeia os infratores (evidentemente em cadeias especializadas e focadas na educação e na disciplina), acabando com a impunidade reinante que favorece a criminalidade e enche os bolsos de muita gente.
Para confirmar essa tese e dar uma surra de realidade nesses idiotas “profissionais” que defendem uma lei imbecil que dá impunidade e, portanto, uma licença para matar com qualquer nível de selvageria, a Prefeitura do Rio de Janeiro (pela qual não morro de amores) está dando uma lição de competência ao mandar o ECA “às favas” e recolher compulsoriamente esses menores de rua em operações onde a força é usada sempre que necessário.
Os menores são levados para abrigos e detidos obrigatoriamente para desintoxicação. Os criminosos são entregues as devidas unidades disciplinares e os viciados tratados mesmo contra a sua vontade.
Centenas de “profissionais” se levantaram contra a medida e até processaram a Prefeitura por desobediência ao ECA. Graças aos céus os juízes que julgaram essas ações compreenderam a necessidade da ação e o drama que se desenhava diante da impotência do Estado, em face da situação desses menores, e garantiu a continuidade do trabalho.
Ainda segundo os “profissionais” essas ações ocasionariam uma “revolta” e um “trauma” nesses menores, representando um fracasso total nas medidas educativas porque eram feitas de forma compulsória (sem a “autorização" do menor).
Agora, cinco meses depois, os resultados aparecem e são promissores. A maioria dos menores se recupera do vício (apenas 30% volta para as ruas) e se dedica às atividades educacionais ministradas nos abrigos. Os índices de violência, nas áreas atendidas pelo recolhimento compulsório, caíram 38% e muitas das famílias que haviam perdido seus filhos para as drogas estão recompostas e felizes; apoiadas por ações promovidas pela prefeitura com psicólogos e profissionais da área social.
Infelizmente, mesmo essa história de sucesso está ameaçada. Pois, como tudo em nosso país, já tem data para acabar. Afinal, é uma ação cara e, com o fim da Copa do Mundo e das Olimpíadas, cai a pressão sobre as autoridades políticas que, rapidamente, voltarão seus ouvidos para os “profissionais” que vivem da miséria e da desgraça dessas crianças e evitarão o “ônus político” de uma confrontação dessa natureza.
O que os “profissionais” esquecem é que, assim como os canalhas envelhecem, os psicopatas também têm infância.
Tá puxado!
A crise mundial é uma crise de poder, protagonizada pelos burocratas e políticos que comandam o mundo. Não é uma crise da sociedade, que não é livre na escolha dos burocratas e pensa ser livre na escolha dos políticos, mas, de rigor, apenas vota naqueles por eles mesmos selecionados, limitando o "cardápio" democrático.
Os burocratas, em parte concursados e em parte de livre indicação dos detentores do poder, buscam, de início, sua segurança pessoal, seu principal objetivo. A prestação de serviços públicos é um corolário não rigorosamente necessário e, decididamente, não o principal. Dividem-se, os que integram a burocracia, em idealistas, conformados e corruptos.
Os primeiros – mais escassos -, uma vez no serviço público, pretendem servir, idealizam soluções, procuram melhorar a qualidade do que fazem e são, não poucas vezes, hostilizados, ostensiva ou silentemente, pelos demais. Os conformados, como procuraram a própria segurança de vida, cumprem acomodadamente a sua função, sem maior dedicação, sempre contando com as benesses dos privilégios oficiais.
Já os corruptos – que não são poucos – buscam o enriquecimento, a qualquer custo, vendendo favores, às vezes até por "concussão", que é a imposição da ilicitude à sociedade, sem que esta dela se possa defender.
Os burocratas são, no mundo inteiro, uma classe em permanente expansão, criando funções, cargos, exigências, o que torna a máquina estatal cada vez mais pesada para a sociedade. Grande parte da crise mundial decorre dessa multiplicação burocrática, que transforma o Estado em carga tão onerosa sobre o povo que este mal pode sustentá-lo com seu trabalho e seus tributos.
Os políticos, por outro lado, também são divididos em três classes semelhantes.
Os estadistas – que são poucos – idealizam um futuro melhor para a nação, mesmo à custa de seu sacrifício pessoal.
Os que querem o poder pelo poder, acostumando-se à ilicitude dos meios como prática que, embora não desejada, a ela não se furtam para sobreviver.
E, finalmente, os que têm na política a maior fonte de enriquecimento, todos os seus atos políticos tendo um custo, quase sempre sob o pretexto de que os recursos se destinam a seu partido, mas que, na verdade, em grande parte vão para seu próprio bolso.
Só mesmo com uma pressão, à evidência, sem as violências e selvagerias da primavera árabe, mas do povo sobre os governantes, por suas instituições privadas mais respeitáveis, poderia, a meu ver, começar a revisão do quadro, em que a eficiência e a moralidade se tornariam os únicos atributos exigidos para os que pretendam exercer o poder.
É OSSO!
O governo federal - como sempre sem ouvir a população – insiste na campanha do desarmamento, tentando desarmar as pessoas de bem, de modo que andar armado seja privilégio de bandidos. Trata-se de uma hipocrisia deslavada, porque todo mundo sabe que bandido não usa arma registrada não as adquire em lojas, e nem pede porte de arma.
É de conhecimento público também – só as autoridades não sabem – que os calibres e a potência das armas usadas pela bandidagem não se encontram a venda nas lojas. E, se elas existem em abundância, armas que até derrubam helicópteros ou é por conivência ou incompetência das autoridades responsáveis.
A bandidagem tomou conta do país de tal maneira que nem magistrados e promotores de justiça têm garantias. A falência do poder público chegou a tal ponto, que em algumas cidades o juiz titular da comarca tem que morar em outra cidade e prolatar sentenças a distância. No caso do Rio de Janeiro, foram próprios membros da policia militar que executaram a juíza de São Gonçalo. E ainda com a justificativa sem a menor lógica do presidente do TJ do Rio de Janeiro que uma escolta armada que o tribunal deveria ter dado à juíza não teria evitado o crime.
Pistoleiro não sai para trocar tiros, ele sai para matar. Na verdade, foi uma omissão grave do tribunal de justiça que caracteriza a falência da segurança pública. Daí a interrogação: se nem juiz e promotor têm garantias do Estado, e nós? Nós temos que queixar ao bispo.
Num país em que salvo honrosas exceções há uma promiscuidade entre milícias composta por policiais concorrendo, disputando territórios com traficantes, assaltantes e outros bandidos, o governo quer transformar o cidadão de bem em cordeirinho marchando para o matadouro sem a menor chance de se defender bem a sua propriedade e a sua família.
Ademais, o governo, num país em que a saúde esta falida, a educação está falida, e a segurança está falida, país em que o governo não cumpre suas obrigações com o cidadão, em que a constituição quando se trata de cidadania é letra morta, qual a moral que têm as autoridades para querer que um cidadão de bem vá fazer bonito e entregar sua arma deixando a si e a sua família indefesos. Até porque, conforme o que se tem noticia que nenhum bandido até agora entregou sua arma.
Desafio o poder público a publicar uma estatística comparativa do seguinte: quantos processos por homicídio que tramitam na justiça cuja arma do crime é registrada e tem porte? Quantas pessoas são assassinadas por cidadãos comuns, que não sejam nem bandidos nem policiais? Qual é o numero de pessoas mortas no trânsito nas cidades e rodovias? Quantos motoristas que embriagados e drogados mataram várias pessoas de uma vez estão presos e condenados? Quantas pessoas morrem por dia nos corredores de prontos socorros e hospitais públicos no Brasil?
Se a preocupação do governo é poupar vidas, a primeira providência e investir e moralizar a saúde. A saúde pública no Brasil está tão falida, que nem decisão judicial está resolvendo. Só para dar um pequeno exemplo: em Alagoas, duas crianças cujos pais estavam com liminar judicial para serem operadas faleceram porque o hospital público não acatou a decisão da justiça. Isto acontece todos os dias. Tem gente que precisa tomar remédios de alto custo, vai à justiça consegue liminar e o Estado simplesmente responde que não tem o remédio.
A outra forma de poupar muitas vidas é moralizar o trânsito, tirar de circulação esses bandidos que fazem do seu veículo uma arma. No Brasil o melhor jeito de se eliminar um desafeto sem sofrer consequencias é atropelando-o. Nós somos um país tão esculhambado, que senador da República e deputado federal são flagrados bêbados, dirigindo com carteiras vencidas e a coisa fica por isso mesmo. Belo exemplo ao povo.
Chega de hipocrisia.
15 DE NOVEMBRO
O 15 de Novembro, data em que se comemora a Proclamação da República, foi mais um desses momentos em que o povo foi alijado do processo histórico, talvez não por simples estultice, mas por subordinação a um irresistível e desmedido processo de violência simbólica, que tem sido amplamente utilizado na nossa história como forma de legitimar à dominação das elites, de modo a incutir nas massas a legitimidade desse processo. Teria sido assim que, “bestializado”, o povo assistiu a passagem do regime monárquico para o republicano, o que no final das contas, pouco ou quase nada alteraria no cenário político do país.
Mais de um século se passou e a trágica cena de usurpação do papel de protagonista da história nacional, que deveria ser exercido pelo povo, ainda se encontra em cartaz. O destino da “res publica”, lastimavelmente, segue nas mãos de uma minoria ávida por poder, pouco provida de escrúpulos e caráter, que não se cansa em sugar das veias de uma democracia ainda convalescente, recursos tão precisos, que seriam suficientes para sanar tantos males de que padece nosso povo.
Os vampiros do poder não se importam de rapinar de forma vil as riquezas do país. Entregam-na de maneira descarada e inescrupulosa aos interesses de grupos ímprobos – na farra das licitações se vão as esperanças de um Brasil socialmente mais justo. E o povo? Ele, o titular do poder na concepção clássica de república pós-iluminista, segundo uma concepção de “rousseauniana”, continua a assistir seus representantes agirem de forma contrária a seus interesses, pois, de fato, nas grandes decisões envolvendo o destino da nação, os interesses dos poderosos têm maior peso na balança decisória, configurando um totalitarismo disfarçado, que de democrático não tem nada.
Assim, infelizmente, a república no Brasil parece que resulta da confluência de uma situação econômica incompatível com o regime político democrático. Afinal, como esperar que um cidadão haja como “senhor do seu destino” se, por conta da fome, da miséria e de tantos outros males, este, fatalmente, é obrigado a vender seu bem jurídico mais precioso – o voto – em troca de algumas migalhas. Se é que, só para citar um exemplo, num país onde mais da metade da população vive em situação nutricional precária, se pode esperar que brasileiros, como muitos que se encontram perdidos por entre os rincões de pobreza deste Brasil a fora, possam se preocupar em refletir sobre a importância de datas comemorativas e seus significados implícitos, quando a grande preocupação do seu dia-a-dia é saber o que terá pra comer no dia seguinte.
Loterias
Agora, pouco ou nada se fala do "CAMINHÃO DA SORTE
Desde 1980, o Caminhão da Sorte percorre as estradas do país levando sonhos e demonstrando a transparência e a lisura das Loterias CAIXA. Atualmente, esse sistema móvel de sorteios conta com 2 unidades. Uma permanece na cidade-sede dos sorteios e a outra viaja até as cidades
para que apostas sejam realizadas até uma hora antes do sorteio. Você aposta, torce e confere o resultado ali, na sua frente. (Site da Caixa)
* * *
A idéia pode ter sido boa na época de sua criação, mas hoje, será que ainda continua confiável?
É muito dinheiro em jogo, e a fiscalização me parece um tanto vulnerável.
Sugiro que este caminhão, normas e procedimentos sejam repensados e acabe-se de vez com as suspeitas de que há algo de podre no ar das loterias.
Quem não se lembra do caso “Anões do Orçamento”, que envergonhou o Congresso Nacional em 1994 e, particularmente, do mais cômico dos anões, o deputado João Alves, o “João de Deus”, que tentou justificar sua astronômica conta bancária por questão de simples sorte, ajuda de Deus, ter acertado mais de vinte vezes em jogos de loteria da Caixa?
Até hoje não ficou esclarecido a sorte do João de Deus , que morreu e levou com ele o segredo do milagre da multiplicação.
Minha opinião, é de que os sorteios sejam feitos em Brasília na sede da CAIXA e fiscalizados por auditores da Receita Federal , presença de populares e representantes do Ministério Público.
Ser de fato o que você quer ser...
Eu confesso que não é fácil assumir tudo, ser sincero 24 horas, mas é o certo. Viver cada instante de sua vida sem hipocrisia ou mentiras, ser quem você realmente é sem pensar no que terceiros dirão. Quando passamos por fases difíceis em nossas vidas começamos a pensar no que é mais importante fazer, o mais correto a se fazer, o mais sincero a se falar, o mais importante a se viver. Palavras são como o vento e conceitos se vão.
Falar sem aspas, Amar sem interrogação, Sonhar sem reticências, Viver sem ponto final.
A vida é praticamente isso somos humanos, não somos perfeitos devemos sim viver medo de errar e se desse deveríamos apagar o MEDO de nossas vidas. Seja você mesmo aproveite o máximo sua oportunidade construa seu castelo, faça seu repertório, faça alguém triste sorrir, chore de alegria, compartilhe suas histórias, escreva a sua novela e seja feliz! "Viva intensamente como se hoje fosse o último dia de sua vida".
Um conselho:
"O Medo derrota mais pessoas que qualquer outra coisa no mundo."(Ralph Waldo Emerson)
Fraude
Durante a Fraude da Abertura Democrática nossa sociedade foi gradualmente dominada pela classe dos políticos profissionais que fazem de uma carreira para servir a quem os elege e que paga seus absurdos salários e mordomias, um projeto de poder desonesto, visando, em sua maioria, a prática do ilícito moral e financeiro que tem feito milionários sem parar - os corruptos e seus cúmplices.
De estelionato em estelionato nos pleitos eleitorais, uma classe cada vez maior de corruptos, subornadores, subornados, prevaricadores e seus assemelhados, foram se afirmando como vereadores, deputados, senadores e presidentes da República, com uma sólida base de apoio nas relações públicas e privadas corrupto-corporativistas, para que as oligarquias e as burguesias de ladrões fizessem do poder público um covil de bandidos, e a política se transformasse em um instrumento do processo de absurda degeneração moral da sociedade.
Esse projeto criminoso e genocida assumiu contornos mais nítidos, de um caminho talvez sem volta, durante a Fraude da Abertura Democrática em que milhares de ratos da corrupção deixassem os porões mais escondidos em que estavam durante o Regime Militar e viessem à luz do dia iniciar um lento, mas persistente processo de destruição do país, através de suas infiltrações no meio jornalístico, acadêmico, estudantil e no meio artístico.
Infelizmente o DNA da formação social do país, desde o seu descobrimento, tem feito prevalecer o imoral, o aético, a leviandade, a mentira, a falsidade e todos os correlatos da canalhice dos esclarecidos, desgastando durante toda a nossa história o esforço e as tentativas feitas por poucos para evitar que o país chegasse ao ponto de se tornar um Paraíso de Patifes.
Após transformarem o poder público em um covil de bandidos a canalha da corrupção, simultaneamente, tratou de unir os podres Poderes da República com o Poder Executivo no comando direto ou indireto de gangues, que através da prostituição da política transformaram a capital do país em um bunker de bandidos da corrupção, que irradia sem controle suas teias de influência degenerativa das relações públicas e privadas pelo resto do país.
Vivemos uma farsa de democracia em que as raízes da discordância e dos protestos são podadas pelo assistencialismo aos ignorantes e o suborno dos canalhas esclarecidos.
Temos liberdade, menos a de lutar nas ruas, de maneira dura e organizada, para que o poder público não continue sendo um preferencial empregador – temporário ou efetivo – dos maiores canalhas que se tem notícia na história do país, um verdadeiro covil de bandidos próximo de garantir a impunidade da gangue dos quarenta e um, os bandidos que fizeram da casa do povo – o Congresso Nacional – um refém e aliado dos pulhas da política profissional que toma conta do país, e que recebem ordens de centenas de “disfarçados” emissários do Poder Executivo.
Estamos reféns dessa gente sórdida que continua humilhando as Forças Armadas – com o suborno moral ou financeiro já pautando inexplicáveis e inaceitáveis posturas de comandantes – e transformando a Justiça do país, principalmente através de seus Tribunais Superiores, em um instrumento de absurda impunidade dos que controlam ou trabalham para o covil de bandidos em que foi transformado o poder público.
Temos somente uma saída: a união patriótica de militares e civis com as bandas boas da polícia civil, militar e federal, para reverter a procriação dos filhotes do comuno sindicalismo corrupto que nos legou essa corruptocracia fascista civil que bate já às nossas portas, destruindo nossos sonhos de vivermos em um país decente, com um poder público que não seja mais um covil de bandidos, mas sim de homens e mulheres que cumpram com honestidade, ética e dignidade seus verdadeiros objetivos perante a sociedade que os sustentam.
As forças policiais e militares que estão invadindo guetos e favelas, prendendo ou matando as vítimas de uma sociedade feita covarde, corrupta e sem vergonha pela Fraude da Abertura Democrática, deveriam cercar Brasília para prender ou matar os verdadeiros bandidos, políticos profissionais e seus cúmplices, todos responsáveis diretos por milhares de mortes durante a Fraude da Abertura Democrática que ainda persiste.
O serviço sujo do petismo está quase completo a partir do fato de que as antigas caras-pintadas, que fingiam lutar contra a corrupção, hoje querem fazer dos campos universitários centros de livre consumo de drogas, além de palco para a prostituição de valores em todos os sentidos.
Com uma Justiça que garante a impunidade dos corruptos e seus cúmplices, sem promover o cerco a Brasília talvez não tenha nada mais a ser feito, além do que esperar o resultado final da invasão dos bárbaros do PT, e depois reconstruir, dos escombros de um sórdido e genocida projeto de poder, nossos sonhos de liberdade, justiça social e de uma verdadeira democracia.
Heróis...
Tudo depende do momento. Hoje a “sociedade” se horroriza com a bandalha que se instalou na USP por alguns dias.
São os agitadores travestidos de universitários, alguns tarimbados profissionais da anarquia, ou melhor, são massas de manobra, cabeças feitas por espertos intelectuais, que afrontam a tudo e a todos por seus direitos. Deve ser o direito ao caos.
São os agitadores travestidos de universitários, alguns tarimbados profissionais da anarquia, ou melhor, são massas de manobra, cabeças feitas por espertos intelectuais, que afrontam a tudo e a todos por seus direitos. Deve ser o direito ao caos.
Mas recordem, vivemos um momento em que a preocupação com o direito pretere a tudo. Sobre os deveres, nem tocar.
Imaginem, quando estivermos vivendo sob a égide da anarquia ou da liberação total do uso de drogas, pois cada um é dono de si, como serão cultuados os jovens que hoje, mascarados, invadem instalações, depredam o bem público, e são corajosos para afrontar os agentes da ordem pública?
Ah, seguiram a cartilha do MST? Quem sabe.
Do entrevero, do acinte, do deboche, certamente emergirão futuras lideranças, predestinados batalhadores, indivíduos de convicta postura, e dispostos a lutar pelos seus ideais e posições.
E contam com o apoio de determinadas entidades, tanto que elas já levantaram os recursos para libertação dos novos guerreiros.
Provavelmente, assistimos ao nascimento de FUTUROS HERÓIS.
Um voto de louvor aos intransigentes, pois agregaram ao seu cabeludo currículo, a palavra de ordem “a baderna acima de tudo”.
Na universidade serão respeitados, citados, amados, cultuados e admirados. Percebam que hoje, grupos de universitários se manifestam na frente da Universidade em apoio aos pândegos presos.
Quanto ao apoio ou à complacência da sociedade, será uma questão de tempo.
Passado o primeiro momento, hábeis advogados estarão às portas da justiça desenrolando o carretel de atrocidades que o aparato policial desencadeou contra seus inocentes jovens idealistas.
A começar pela agressão, que como num pesadelo, na calada da noite, adentrou nos sonhos dos desordeiros, para expulsá-los de seu merecido sono.
Esperamos que os indignados não clamem por ridículas medidas, como a expulsão dos baderneiros, nem na indenização para ressarcir a depredação, que poderia ser da responsabilidade de cada um e, quem sabe, de 20 ou 30 % para o seu, ou seus líderes.
Blasfêmia, tal penalização nunca ocorrerá.
Que ninguém duvide, ali, na USP, nasceu, nesta semana, uma nova chusma de líderes, e quando eles voltarem será um Deus-nos-acuda, pois serão impiedosos, e serão indenizados, e contarão suas histórias de sacrifícios, de como se agarraram aos seus princípios, com coragem e determinação, e todos, de curta memória, diremos amém.
Corja de bandidos!
O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) divulgou uma nota, nesta sexta-feira, apoiando a mobilização dos estudantes que ocuparam a sede da reitoria da Universidade de São Paulo (USP) em protesto contra uma ação da polícia que reprimiu o consumo de drogas no campus. Segundo a nota, a ação da polícia não foi isolada "faz parte da estratégia que o capital tem para com o nosso continente: transformar todos os bens em mercadoria".
"A terra, assim como a educação, são latifúndios que historicamente sempre estiveram nas mãos da elite brasileira", diz trecho do texto que classifica os estudantes e trabalhadores como exemplos de organização da "classe trabalhadora", mas que não cita o envolvimento com drogas que serviu de estopim para a mobilização estudantil.
As drogas..Que droga!
O Brasil precisa resolver, depressa vários problemas. O mais grave deles está relacionado ao tráfico e ao consumo de drogas. Hoje, milhares de brasileiros, principalmente crianças e adolescentes, são o alvo preferencial dos traficantes. Muitos dos nossos concidadãos já se tornaram dependentes químicos e diversos deles já ingressaram no mundo do crime, atraídos pela droga.
Em razão das dimensões continentais e da proximidade com Estados precários, o Brasil possui sérias dificuldades para, por intermédio dos órgãos competentes, impedir a entrada da droga em seu território. Aliado a esses fatores, evidencia-se a falta de investimentos nas instituições, que deveriam ter a competência para combater o crime, aumentando, sobremaneira, a vulnerabilidade.
É preciso majorar os efetivos da polícia federal e das forças armadas. É imperioso melhorar os seus respectivos orçamentos, visando à compra de modernos equipamentos e tecnologias. Chegada o é a hora de declarar guerra ao tráfico e apressar a tomada dos bens e do dinheiro dos traficantes para empregar em políticas públicas de recuperação dos nossos jovens. Entretanto, além das providências que devem ser adotadas pelas autoridades, devemos assumir o compromisso de acender uma consciência cidadã, capaz de alertar pais e familiares para o devido tema, responsabilidade de todos. Afinal de contas, muitos males disseminaram-se em função das falhas da sociedade e da própria família. Os governantes são, indubitavelmente, os principais culpados. Mas, e os pais que não dão atenção aos filhos? E as famílias que se dispersam desprezando os valores e olvidando da importância do amor e da religião? Esse é um tema que todos nós temos a obrigação de discutir e, por sequência, encontrar soluções.
Seria dispensável afirmar que estamos desprovidos de escolas de qualidade. Os professores e demais servidores da educação estão sendo mal remunerados e, por conseguinte, desmotivados. As escolas não possuem estrutura suficiente para assistir as crianças e prepará-las para enfrentar os desafios do mundo. Faltam psicólogos, assistentes sociais, cursos de capacitação e implementação de programas voltados para a construção da cidadania. São raros os estabelecimentos de ensino que desenvolvem ações e disciplinas que proporcionam, aos alunos, atividades culturais, artísticas, esportivas, línguas estrangeiras, noções de informática, enfim, algo apropriado para expandir os horizontes das nossas crianças e lhes proporcionar melhores condições para discernir sobre o que é bom ou ruim. No universo da educação também se constata a ausência dos pais e da família – muitos por irresponsabilidade, mesmo, outros por falta de ciência sobre o verdadeiro papel na edificação do futuro do próprio filho.
Enquanto as distorções persistirem na estrutura social, e a falta de condições de trabalho marcar as instituições, a droga reinará, comprometendo o amanhã. Infelizmente, o número de dependentes químicos tem crescido assustadoramente. A constatação dá-se na presença do crack, uma droga feita a partir da mistura de pasta de cocaína com bicarbonato de sódio, que aumentou 700 % nos últimos quatro anos e se tornou uma epidemia. A fumaça do crack, ao ser tragada por alguém, chega ao sistema nervoso central em apenas dez segundos e o efeito dura de três a dez minutos. Ainda produz uma euforia superior à que é suscitada pela cocaína, e, após os efeitos do consumo, causa uma depressão intensa. Isso leva o usuário a fazer um novo contato com a droga para aliviar o mal-estar e, por conseguinte, tornar-se totalmente submisso. O cidadão dependente químico passa a ter alucinações e paranóias, tornando-se débil ou incorreto.
Com a proliferação da droga, os índices de criminalidade avançam, o Brasil vai tornando-se um dos países mais violentos do mundo, os dados do consumo das drogas e os números da criminalidade relacionam-se: o progresso da droga representa a elevação dos indicadores da criminalidade. Diante desse contexto pessimista, temos que estar atentos, pois os aspectos maléficos fazem com que todos os cidadãos transformem-se em reféns do crime.
Destarte, em vez de preocupações outras como a construção de estádios, trem-bala, investimento em rede de supermercado, devemos voltar as nossas atenções para o combate às drogas e, consequentemente, para a redução da violência no nosso país. Além da implementação de políticas públicas em áreas fundamentais como segurança e educação, para prevenir e impedir o consumo, é imprescindível robustecer a saúde pública para resgatar e recuperar aqueles que se tornaram dependentes químicos. Nós não podemos consentir que o crack, por exemplo, mate os nossos compatriotas.
Não quero ser cafona, nem conservadora ao extremo, mas prefiro viver em país que opta por cantar, com amor à Pátria, o Hino Nacional, ainda imaginar uma nação na qual as crianças tenham escola em tempo integral e os pais, em vez de jogar sempre a culpa para os governantes, também cumpram a sua parte e eduquem bem os filhos a ver a proliferação deste mal que assola a sociedade. Por isso, guerrear contra as drogas é uma missão do Estado, da sociedade e de cada cidadão. Não podemos cruzar os braços e permitir que o futuro continue descuidado. Vamos exigir do governo uma ação eficiente e nos impregnar do propósito de lutar em defesa das nossas crianças e de um destino melhor para o Brasil.
CARCEREIROS DO INFERNO!
Minha Indignação está explicita nestas fotos onde covardes, gananciosos,seres inescrupulosos que se dizem amantes da liberdade e da vida,(apenas para si)prendem em gaiolas douradas quem nasceu para voar.
Covardes, malditos, o INFERNO vos espera!
IMPUNIDADE
Lembra do estudante de medicina morto na piscina da USP ?
Infeliz lembrança...
Vocês se lembram do estudante de medicina que foi encontrado morto na piscina da USP, em 1999?
Ele foi afogado mecanicamente (isto significa que, mesmo não sabendo nadar, foi jogado várias vezes na piscina, até que não resistisse mais), num trote realizado na USP.
Então, vocês têm que saber que, até hoje, ninguém foi responsabilizado pela morte do rapaz. E os acusados estão livres, leves, soltos, exercendo suas profissões e gozando a vida.
Tomem nota do nome dos acusados:
1) Dr. FREDERICO CARLOS JANA NETO, não mais chamado pelos amigos de 'Ceará', para que ninguém se lembre dele pelo apelido, que ficou associado à tragédia de 1999. Formado pela USP, tem 34 anos e atende no Hospital das Clínicas de SP; clinica de fraturas e ortopedia da Mooca.
2) Dr. ARY DE AZEVEDO MARQUES NETO, tem 35 anos e na época, era aluno do 3° ano e presidente da associação atlética, e foi dele o grito de guerra para que os calouros fossem jogados na piscina (que possui de 2 a 4 metros de profundidade); cirurgião plástico.
3) Dr. GUILHERME NOVITA GARCIA, especializado em "ginecologia" (cuidado mulheres!), também cirurgião. Tem 35 anos e é apelidado de 'Campanha'. Admitiu ter feito brincadeiras para assustar os calouros e admite ainda ter jogado uma estudante na piscina naquele dia;
4) Dr. LUIS EDUARDO PASSARELLI TIRICO, titular do time de basquete da faculdade e considerado o 'mauricinho' da turma. Tem 30 anos, e, junto com FREDERICO E GUILHERME , foi denunciado, e fez ortopedia...Não podemos, também, esquecer o
5) Sr. Dr. MÁRCIO THOMAZ BASTOS que virou - pasmem! - MINISTRO DA JUSTIÇA do governo Lula (mais uma do Lula), e que, 24 horas depois de assumir o cargo, pediu a SUSTAÇÃO DO PROCESSO. Isso porque ele era um dos advogados de defesa do Dr. LUIS EDUARDO PASSARELLI TIRICO.
Diz o ex-ministro da justiça de Lula que inexiste relação entre sua nomeação e o pedido de sustação do processo, mas, segundo a promotora responsável pelo caso, é, no mínimo, uma coincidência muito estranha o fato de a ação ser interrompida um dia depois da nomeação de Márcio Thomaz Bastos, sabendo-se que ele defendia um dos acusados'.
Vê-se, portanto, que sem o prosseguimento da ação, até hoje o único culpado (???) foi a própria vítima, EDISON TSUNG CHI HSUEH, que pagou com a própria vida pelo esforço que fez para entrar no curso da USP.
Só pra refrescar mais um pouco a memória. O nosso ex-Ministro da Justiça, MÁRCIO THOMAZ BASTOS, foi também advogado dos delinqüentes que assassinaram o indio pataxó, a quem, igualmente, NADA aconteceu. Enquanto essa figura funesta, o defensor-mor dos direitos humanos só para os bandidos, posou e atuou como ministro, todos nos ferramos, e o BRASIL implantou de vez a imoralidade, a ausência de ética, a famigerada “lei de Gerson” e adentrou vergonhosamente na era da impunidade !
Assinar:
Postagens (Atom)






