Substantivo feminino. Sentimento de cólera ou de desprezo excitado por uma afronta, uma ação vergonhosa.
Sou uma mulher que não escreve para agradar. Escrevo o que considero correto porque ouço gemidos. São os gemidos dos pobres, dos excluídos de toda sorte que ecoam em meio à indiferença e à insensibilidade da sociedade e das autoridades constituídas que têm a responsabilidade de servir ao bem comum.
Léa Miranda Acácio. Muito prazer!
Homenagem ao grande brasileiro José de Alencar
"Não tenho medo da morte, porque não sei o que é a morte. A gente não sabe se a morte é melhor ou pior. Eu não quero viver nenhum dia que não possa ser objeto de orgulho. Peço a Deus que não me dê nenhum tempo de vida a mais, a não ser que eu possa me orgulhar Dele.”
Onde chegamos:Drogas compradas no cartão de crédito!
Vivemos um faz-de-conta quando se trata de políticas de combate ao tráfico e de assistência ao dependente, que, ao invés de ser encaminhado a tratamento ao ser pego pela primeira vez, simplesmente assina um “termo de compromisso” de que não voltará a usar drogas. É cômico, pra não dizer patético.
O sistema bate cabeças e age como barata tonta na busca de eficiência nas ações contra as drogas é a enorme quantidade de projetos de lei versando sobre o tema em tramitação no Congresso. São propostas de especialistas, estudiosos do assunto, simples curiosos, palpiteiros. Tem de tudo um pouco. Se gasta enorme soma de dinheiro para discuti-las, colocá-las em execução, se aprovadas, e na maioria das vezes para nada.
Passando atestado de incapacidade de combater o mal, algumas autoridades até sugerem a liberação do uso de drogas. O que se pretende com isso? Quais seriam os resultados positivos da medida? Não é andar na contramão, quando os especialistas são unânimes em apontar os males que elas causam à saúde?
Os questionamentos são vários e as vozes em discordância também, incluídas outras igualmente autoridades e também especialistas. E, na falta de um consenso, vamos dando cabeçadas e enxugando gelo (expressão muito usada pela Polícia Militar, e com razão, para exemplificar suas dificuldades no combate ao crime num País em que expressiva parcela de conhecidos criminosos permanece nas ruas infernizando a vida das pessoas).
Eu também não tenho a receita. Mas, sei que muitos ainda se arrependerão amargamente por nada terem feito. E sei também que as drogas ainda farão milhares de novos infelizes e darão muito trabalho à sociedade, às famílias, às polícias e ao Judiciário.
AEDS AEGYPTI
O esforço do ministério da Saúde em gastar nossos impostos no inócuo combate a Dengue tem dado resultados excepcionais, todos os anos as epidemias são quase imperceptíveis e as mortes ignoradas.
Com o retorno do tipo 4 da doença, as previsões não são nadas animadoras, uma vez que as pessoas que já contraíram, os outros "NÚMEROS" da Dengue não estão imunizados contra o retornante vírus, e com isso o número de mortes por Dengue hemorrágica poderá ser altíssimo.
Com o retorno do tipo 4 da doença, as previsões não são nadas animadoras, uma vez que as pessoas que já contraíram, os outros "NÚMEROS" da Dengue não estão imunizados contra o retornante vírus, e com isso o número de mortes por Dengue hemorrágica poderá ser altíssimo.
Bem, azar de quem morre de Dengue não é?
Pois, não irão assistir a Copa de 14 nem a Olimpíada de 16 no Brasil.
Brasileiro quando não morre soterrado ou afogado, de Dengue, Sarampo ou febre amarela, acaba morto nas mãos de bandidos ou no trânsito.
E as autoridades e a classe política só pensam em se dar bem e o povo que morra... Mas só depois de votar hein?
Não faça uma sacanagem com seu político predileto, não morra antes de votar.
Teremos copa do mundo, trem bala, ex presidente semi analfabeto que vira Doutor Honoris Causa e agora a Dengue tipo 4.
Isto sim é que é um país desenvolvido!
Depois esses babacas anti americanos fazem política contra os EUA, se nós tivéssemos apenas 30% da qualidade de vida de um americano mesmo na crise, estaríamos muito bem obrigada.
Temos muito a aprender, mas o povo quer saber apenas de futebol, carnaval e cerveja, então... Morrer de Dengue é o mínimo que se espera para essa cambada de medíocres.
Após 11 anos de cobrança de CPMF para a saúde a Dengue continua matando e a grana, como sempre, sumiu!
Incrível, inimaginável!
Eu já li coisas incríveis na Internet. Mas, nunca nada como o que diz este site: "Verdade Explícita".
Eles falam de uma "máquina" que os americanos teriam que poderia produzir controlar e até direcionar "condições climáticas adversas", para qualquer lugar da Terra e afirmam que a tragédia do último dia 11 de março no Japão teria sido causada por esta máquina. É algo muito parecido com um filme de ficção científica! É tão incrível, que dá pra acreditar!
Vale a pena ler...
Insegurança jurídica
A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de que a Lei da Ficha Limpa não se aplica às eleições de 2010 refletirá na composição do Senado, permitindo a posse de candidatos que tiveram a maior votação no pleito de outubro, mas foram barrados devido à 'ficha suja'. O presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), afirmou nesta manhã que aguarda orientação do Supremo sobre o cumprimento da decisão. Por isso, ainda não há data definida para a posse dos novos titulares.
Devem haver quatro mudanças no Senado. Entre os representantes do Pará, Jader Barbalho (PMDB) assume no lugar de Marinor Brito (PSOL). Pelo Amapá, João Cabiperibe (PSB) ficará com a vaga de Gilvam Borges (PMDB). A cadeira da Paraíba que era ocupada por Wilson Santiago (PMDB) será agora de Cássio Cunha Lima (PSDB). Já Vicentinho Alves (PR), senador por Tocantins, será substituído por Marcelo Miranda (PMDB).
Com as mudanças, crescem as bancadas do PSDB, que ficará com 11 senadores, e do PSB, com quatro integrantes. A bancada do PR cai para quatro parlamentares e a do PSOL para um. O PMDB continua sendo o maior partido na Casa, com 19 senadores. A bancada peemedebista não se alterou, pois perdeu duas vagas, mas ganhou outras duas.
No meu Tocantins,Marcelo Miranda disputou o pleito eleitoral e obteve 340.931 mil votos (25,41% dos votos válidos), ficando em segundo lugar na disputa para o Senado Federal – o que lhe daria direito ao exercício do mandato. Em razão da cassação de seu registro, a corte superior eleitoral diplomou e empossou como senador, o candidato Vicente Alves de Oliveira (PR), que obteve 332.295 votos.
A ficha limpa não só está flexibilizando um princípio sagrado e constitucional que é o da PRESUNÇÃO DE INOCÊNCIA por considerar condenado e culpado quem ainda não foi assim considerado no final de um processo, como está sendo aplicada como Lei de forma retroativa para prejudicar. Aqui há a violação de um outro princípio que é àquele que garante que uma Lei só retroage no tempo para beneficiar o cidadão." Ex tunc" quer dizer exatamente isso.
Em termos jurídicos, estamos num retrocesso triste, deprimente, até os otimistas como eu se abalam ao perceber que se julga para torcida, para o povo, para a opinião pública, assim como condenaram Jesus a cruz, a torcida na época pedia isso, aplaudia, seria antipática e sem ibope qualquer decisão de Pilatos que absolvesse o Cristo, por isso que ele lavou as mãos, para não perder a popularidade que tinha, ao ponto de condenar um inocente ao lado de ladrões. Não quero neste paradigma defender político algum,dizer quem está com a ficha suja ou não , mas a mim mesma, pois é muito preocupante vermos Tribunais Superiores descumprindo regras processuais básicas, aquelas que aprendemos no primeiro ano da faculdade, o BEABA do Direito e que são consideradas sagradas.
O que diz o TSE sobre retroagir a norma se escrito numa prova de faculdade o aluno será reprovado! Uma sociedade que vive sendo salva pelo Supremo, não vive seguramente, imagine no dia em que essas cabeças pensantes, que decidem se espelhando no bicho Camaleão estiverem no teto do Poder Judiciário? Estaremos perdidos para não dizer aqui um tremendo palavrão, que tenho vontade, mas não digo para não violar as regras do blog. Indignação é o que sinto.
Repensando...
| Montanhas de escândalos. Crise política atrás de crise política. Congresso em frangalhos. Afinal, os partidos políticos são fadados aos joguetes inescrupulosos do poder? A política é mesmo suja, todo mundo é corrupto e estamos definitivamente perdidos? Há salvação no reino (podre) da Dinamarca? Antes que você largue mão da leitura deste texto, esclareço que não defenderei o óbvio: a necessidade de uma reforma política ampla para minimizar os efeitos funestos das nossas seculares práticas políticas. O Brasil tem salvação: depois de muito dilúvio, haverá a bonança — só que, desta feita, para o povo, para a democracia, para os valores autênticos da cidadania ultrajada. E mais não digo, para não transformar este quadrado de papel em palanque. Gostaria de abordar uma outra faceta do ato de fazer política. Falar dos círculos de debates, dos cenáculos, dos grupos informais de encontros que tanto bem podem fazer às comunidades, às cidades e até ao país, quiçá ao mundo inteiro. Muito da história brasileira pode ser contado a partir dessas entidades muitas vezes sem estatuto, sem burocracia, que vivem da vontade de mudar o mundo. Exemplos: o grupo dos inconfidentes em Minas, que fez a conjuração e não iria, obviamente, formalizar seus pleitos em documentos oficiais escritos e ao alcance das autoridades. O movimento abolicionista, que reunia, por exemplo, jovens estudantes como Castro Alves, Rui Barbosa e Joaquim Nabuco em círculos como o Ateneu Paulistano. Ou, então, os inúmeros agrupamentos republicanos, aglutinando de estudantes a fazendeiros, de militares a rebelados de toda ordem. Às vezes as rodas informais de debate e ação política se escondem nas sombras, menos por ardil e mais por anonimato imposto pela história. Eu mesma tive o enorme privilégio de participar de um desses centros de convivência com importante atuação política. Nem se imagine que as grandes mudanças começam como movimento de massa. Há sempre grupos que conspiram, positivamente, em busca de mudanças mais ou menos profundas do status quo. Às vezes por ação de indivíduos, as campanhas cívicas vão ganhando adeptos, e suas idéias chegam a tornar-se hegemônicas. Jesus Cristo, por exemplo, de perseguido por seu ideal de justiça e fraternidade, passou a messias. Tiradentes, esquartejado, sagrou-se herói. Castro Alves e Luiz Gama, entre tantos outros, viraram líderes da abolição. É assim mesmo: o rastilho de pólvora uma hora se acende, aquece os corações e detona as mais inusitadas reações populares. É sempre hora de arregaçar as mangas, buscar parceiros de convicções, começar uma conversa aqui e outra acolá. E ir à luta! | ||
DEFINAM PARA MIM
O meu Tocantins não é apenas um rio que corre para o mar...
O líder do governo na Assembléia Legislativa diz que não há mais como adiar a votação das matérias em tramitação na Casa, sob pena de inviabilizar a administração do Estado.
O deputado Freire Júnior, do PSDB, líder do governo na Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins avalia que o governo já poderia ter avançado mais se tivesse um orçamento disponível para executar. O deputado aponta problemas graves em áreas importantes como saúde, educação e infraestrutura, onde serviços essenciais estão deixando de ser feitos por falta de orçamento. O tucano reclama que sem orçamento está difícil governar.
O líder do governo atribui o impasse ao ex-governador Carlos Henrique Gaguim (PMDB), que enviou à Assembléia um orçamento impraticável. “O governo mandou um orçamento para cá que é uma peça absolutamente imprópria, inadequada, equivocada, superestimada na sua receita e subestimada na sua despesa no que diz respeito principalmente aos compromissos de pagamentos que deveriam ter sido feitos e não foram. A peça é um monstrengo”, critica o deputado, ressaltando que por esta razão os parlamentares da legislatura anterior se recusaram a votar a matéria.
Freire Júnior considera salutar o equilíbrio de forças no plenário da Assembléia, mas questiona a postura da oposição que obstrui a votação de matérias importantes para o Estado.
“Estou sentindo aqui na Casa que, pela primeira vez, há um equilíbrio de forças entre oposição e governo, exatamente com 12 deputados de cada lado e nós ficamos então num impasse, ninguém ganha e todos perdemos, principalmente o Estado”, ressalta explicando que não há como protelar a votação das matérias do governo que desde o início de janeiro estão tramitando na Casa.
“Estou sentindo aqui na Casa que, pela primeira vez, há um equilíbrio de forças entre oposição e governo, exatamente com 12 deputados de cada lado e nós ficamos então num impasse, ninguém ganha e todos perdemos, principalmente o Estado”, ressalta explicando que não há como protelar a votação das matérias do governo que desde o início de janeiro estão tramitando na Casa.
Em sua primeira experiência no Parlamento estadual depois de uma carreira de cinco mandatos de deputado federal, Freire Júnior confessa que ficou pasmo ao se deparar com algumas práticas da Casa como a realização de até oito sessões extraordinárias num período de duas a três horas, com intervalo de apenas dois minutos de uma pra outra.
Tenho um blog onde comento as belezas de meu Estado, mas neste espaço retrato os problemas do Brasil e dos brasileiros... Aqui desabafo minhas mágoas históricas, minhas feridas interiores... Também as dores dos oprimidos...
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ONDE?
Onde e quando perdemos o fio do novelo da decência, da verdade, da lisura, da honestidade, ensinado por nossos avós, pais, professores?
Será que o perdemos quando lutamos pelo fim da ditadura, a volta da democracia e das Diretas Já? Será que achávamos que nossa parte como cidadãos já estava cumprida e deixamos de nos preocupar com o que governantes parlamentares e juízes fariam com a tal democracia cantada em verso e prosa?
Será que o perdemos quando nos acomodamos nos quesitos pensar e agir em benefício de todos e do país e passamos a olhar exclusivamente para nosso umbigo, nossos problemas e, como seres superiores, nada poderia nos afetar e que neste exato momento, ao acordamos desse torpor profundo e malfazejo percebemos que deixamos o novelo perder-se no pântano da letargia, dando lugar à esperteza, desonestidade, ilegalidade, como formas de viver num Brasil do futuro?
Se pensarmos bem, demos a todos eles, poderes inigualáveis para legislarem em causa própria, governarem por decretos-lei, utilizarem do erário (nossos impostos) de maneira irresponsável e aceitamos julgamentos estapafúrdios do poder judiciário como se todos fossem donos e senhores deste país, e o que é pior, nos deixamos levar por promessas que quase nunca são cumpridas. Ano após ano, apenas observando distantemente.
Será que nossa revolta com tantos desmandos é uma auto-crítica ao nosso pífio comportamento cívico e de cidadania durante esses 21 anos?
Vemos a democracia chegar à maioridade e necessitando de tomada de decisões para que amadureça mediante a consciência plena de cada um de nós como responsáveis e agentes ativos para a sua consolidação com base na decência humana, no respeito às leis e na ética.
E para capturarmos o novelo das profundezas, teremos que buscar dentro de nós a coragem, a união, a humildade e mais do que nunca, o patriotismo, tão abandonado e desprezado pelo cidadão brasileiro.
DESESPERANÇA
É um estado de decadência. E antes que digam que política - tanto a ciência quanto a exercida pelos poderes da República - nada têm com isso, afirmo logo que tem sim.
Não é que toda ação do homem é um ato político? Todas as decisões tomadas por quem deve tomá-las, em qualquer instância ou setor de um organismo social, são decisões políticas, e que afetam a vida de todas as pessoas daquela sociedade.
Com todo baticum do carnaval, e às vésperas de seu início oficial, uma explosão de violência toma conta do noticiário. Não se trata da guerra diária entre quadrilhas do tráfico. Não se trata de bala perdida em tiroteio. Não se trata de crime de máfia. Não se trata de contrabandista chinês rico com altas ligações com as esferas do poder nacional. É a violência vizinha. Aquela que pode acontecer na nossa rua. Na casa ao lado. Na praça ou na avenida principal da nossa cidade. É uma onda de violência que se realiza por falta de valores, pela ausência total da ordem moral ao nosso redor: honra, decência, retidão, integridade, espírito, têmpera. Vergonha na cara.
Um animal demente ao volante acelera e atropela mais de 20 ciclistas, como se fosse ele, a bola, e aqueles, pinos numa pista de boliche. Porque a manifestação atrapalhou o trânsito, ele se irritou e partiu pra cima. Não se trata de um bandido condenado, que tenha fugido da cadeia. É um alto funcionário do Banco Central, supostamente um cidadão acima de qualquer suspeita.
Uma criança de 6 anos é seqüestrada e morta, asfixiada com um cadarço de sapato, pela amante do pai da menina. A acusada é uma jovem de 24 anos, com problemas de comportamento desde a adolescência. Ela, mãe de duas crianças. O pai, um professor de educação física que enfrenta a dor de saber que levou a destruição de sua família e de sua própria vida - nunca mais alguém normal se recupera de uma barbaridade assim - por sua própria falta de valores. Ele mantinha, dando sustento financeiro, a mulher que matou sua filha, há um ano. Ele remoerá isso até a sua própria morte. A assassina de uma inocente ficará presa, e seu crime destruiu duas famílias.
Um policial militar dirige por 5 km, na contramão, numa rodovia de alto movimento. Bate o carro, capota, e causa um acidente envolvendo outros 9 veículos, deixando vítimas em estado grave. Dentro do carro foram encontradas latas de cerveja vazias. O que se passou na cabeça dessa criatura, ninguém sabe. Hoje, é um criminoso no hospital, de onde sairá direto para o presídio militar.
Um rapaz de 22 anos mata a facadas - uma faca comum de cozinha - o pai e a mãe. Outro irritadinho. Não queria mais ser pressionado pelos pais para arrumar um emprego. Logo após assassinar a facadas os seus pais, ele sai para uma loja de conveniências para comprar cerveja.
Tudo isso aconteceu nessa semana, de domingo até a madrugada de hoje, quinta-feira. (03/03/2011). Estamos num estado de torpor. Vemos e nem nos incomodamos. E quem se incomoda nada pode fazer. Não é politicamente correto. Não se pode mais ter valores religiosos. Você que tem a sua religião (e todas têm preceitos morais em sua doutrina) e a pratica, tem que fazer isso quase clandestinamente, pois é carola, é fanático, é quadrado, é careta, é antiquado. Não se pode mais educar os filhos, pois o estado tomou para si (e para seus próprios interesses, todos escusos) a responsabilidade. Não se trata de coibir abusos domésticos, trata-se de formar uma geração de pais e mães bananas, sem o pátrio poder, para que apenas o estado determine o que pode e o que não pode. É assim na China, por exemplo, onde o governo escolhe crianças para serem atletas, ginastas, artistas de circo e etc, e os tira de casa aos 4 anos para treiná-los.
E você acha que seus filhos estão seguros na escola, porque o estado garante que lhes dará toda a educação necessária que ele, estado, considera que você não é capaz de oferecer, e lá nas dependências da escola eles têm manual de iniciação sexual à disposição. Ah, sim, e na saída da aula, podem pegar preservativos numa máquina, com a mesma facilidade com que você e eu pegamos uma Coca-Cola naquela máquina do shopping.
Mas nenhum de nós nos importamos com isso. Porque o estado nos garante a felicidade, e são coisas como essas aí acima que podem nos deixar infelizes. Logo, queremos o que o estado nos oferece: compramos um dinheiro caro através do crédito consignado, pré-aprovado, ao alcance de um saque no caixa eletrônico, para pagar as prestações que já assumimos (pelas quais já pagamos juros altos) de coisas que não precisamos. E tem até propaganda da CEF, um banco oficial do estado, com a musa da desfaçatez da desgraça da "justiça social nas comunidades", a Regina Casé, ensinando que você pega o financiamento para pagar outras dívidas, pagar impostos, mas sem se esquecer de tirar um pouco mais para curtir o carnaval. Porque ninguém é de ferro.
Muito melhor! Melhor Regina Casé saracoteando piadinhas do que qualquer outra que aponte para a depravação moral que se alastrou neste país, em nossa cidade, na rua onde a gente mora. Ah, sim, e na escola dos nossos filhos.
REFLEXÃO
Mas eu sinto que o maior destruidor da paz hoje é o aborto, porque é uma guerra contra a criança - um assassinato direto da criança inocente - assassinato pela própria mãe. E se nós aceitamos que uma mãe pode matar até mesmo sua própria criança, como nós podemos dizer para outras pessoas que não matem uns aos outros?...
(MADRE TERESA DE CALCUTÁ)
Boas Notícias!

Pois eis que o ano começou na Câmara dos Deputados com uma boa notícia:
José Antônio Reguffe (PDT-DF). Eleito com a maior votação proporcional do país – 18,95% dos votos válidos do DF, ou 266.465 – ele “assustou” seus pares tomando uma atitude ímpar: abriu mão de uma série de benefícios e regalias oriundas da vitória nas urnas.Logo de entrada, seu cartão de visita foi abdicar de salários extras (14º e 15º), de parte da verba de gabinete (pediu R$ 10 mil em vez de R$ 13 mil), de parte dos assessores aos quais tem direito (reduzindo a cota de 25 para 9) e ainda da verba indenizatória. Para completar, na condição de parlamentar do Distrito Federal, dispensou também o auxílio-moradia e as passagens aéreas.O próprio deputado calculou que, com as medidas, seu gabinete deve gerar nos quatro anos do mandato uma economia de quase R$ 3 milhões.Além de defender a redução da Câmara (de 513 para 250 deputados) e do Senado (dos 81 para 54 senadores, caindo de três para dois por estado), Reguffe apresenta agora projeto de lei para obrigar o ensino da disciplina “Cidadania” no ensino médio de todo o país.No texto, ele defende que os alunos tenham acesso a noções de democracia, educação ambiental e de trânsito, direito constitucional e do consumidor.A propósito, a leitura de jornais é outro item que o deputado vincula à disciplina.
Sou obrigada a confessar que estou chocada!!!
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