Substantivo feminino. Sentimento de cólera ou de desprezo excitado por uma afronta, uma ação vergonhosa.

Sou uma mulher que não escreve para agradar. Escrevo o que considero correto porque ouço gemidos. São os gemidos dos pobres, dos excluídos de toda sorte que ecoam em meio à indiferença e à insensibilidade da sociedade e das autoridades constituídas que têm a responsabilidade de servir ao bem comum.

Léa Miranda Acácio. Muito prazer!

Léa Miranda Acácio. Muito prazer!

A vida é bela!

É fato inconteste, que só enriquece na política quem é ladrão! Não há possibilidade – diante de tantas restrições legais – que um político consiga acumular fortunas e patrocinar o enriquecimento de suas famílias, gangues e corjas sem percorrer os caminhos da roubalheira dos cofres públicos. São tantas as proibições na legislação em vigor que qualquer análise honesta intelectualmente demonstra a impossibilidade, do ponto de vista fiscal, financeiro e tributário, de acumulação de riqueza – seja nos paraísos fiscais seja na ostentação vulgar da roubalheira.
Alguns cínicos – políticos ladrões e vadios bajuladores - mentem tanto que não há óleo de peroba suficiente para lustrar tanta cara-de-pau! Fico sinceramente impressionada com a tranquila cara-de-paisagem desses ladrões poderosos e eleitoralmente vitoriosos! Se brincarmos, daqui a pouco dirão que são Excelências Delinquentes e continuam roubando descaradamente - e não aprendem nem quando vivenciam experiências negativas publicamente - por um defeito com um gene (receptor de dopamina D2... lembram os estudos de neurociência?)... Eita! Haja paciência para não infartar!
Exatamente por tudo isso que ser honesto, responsável, estudioso, sensível e comprometido é tarefa árdua, penosa e muito sofrida... É tarefa incompreendida socialmente e desvalorizada politicamente! Assim sendo, nunca deveremos – nós honestos – esperar reconhecimento público e glórias... Devemos mesmo é participar de todas as Lutas e tentar semear incansavelmente a Ética e a Justiça Social mesmo em solo árido de frágeis Esperanças! Afinal, mesmo que nos sintamos em muitos tristes momentos como um pequeno barquinho diante de imensa tempestade em alto-mar... Devemos dizer, como diz o poeta "Ai de mim...Ai de ti, ó velho mar profundo... Eu venho sempre à tona de todos os naufrágios!"... E a vida continua... E a Vida é Bela mesmo quando aparecem uns canalhas nela!

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